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Mostrando postagens de janeiro, 2020

Barulho de loja

Não encontrei evidências de que o barulho ensurdecedor em porta de lojas de eletrodomésticos e eletrônicos/móveis ou de qualquer natureza atraia potenciais compradores. Pelo contrário, como potencial comprador dou preferência para lojas com bem menos barulho e/ou algazarra em suas portas. Assim como a metodologia de panfletos distribuídos na calçada que só fazem sujeira e não atrai compradores, não vejo sentido lógico em toda essa poluição sonora e visual. Lojistas, tornem a vida das pessoas mais tranquilas no momento de suas compras. Já é bastante exaustiva a possibilidade da escolha errada de um determinado produto, por que deveras interessante atrapalhar tal processo?

Rosas e Lírios

Não consigo expressar o tamanho de minha gratidão a ela pela nova compreensão demonstrada em forma de rosas e lírios. Está ficando muito mais claro, vou aplicar essa nova regra e ver se o resultado esperado se confirma: Eu tinha lírios a oferecer, mas ela gostava de rosas.

Van Gogh

“Quando se está bem, você deve ser capaz de viver com um pedaço de pão, mesmo trabalhando o dia todo, e ainda ter a força de fumar e beber seus goles. E ao mesmo tempo sentir claramente que existem estrelas e o infinito. Então, a vida torna-se quase mágica...” (Vincent Van Gogh)

Trecho de "O mito de Sísifo"

"Posso contrariar tudo nesse mundo que me envolve, me choca ou me transporta, menos esse caos, esse rei acaso e essa divina equivalência que nasce da anarquia. Não sei se esse mundo tem um sentido que o ultrapasse. Mas sei que não conheço esse sentido e que, por ora, me é impossível conhecê-lo. Que significa, para mim, significado fora da minha condição? Só tenho como compreender em termos humanos. O que toco, o que me resiste, eis o que compreendo. E essas duas certezas, meu apetite de absoluto e de unidade, e a irredutibilidade desse mundo a um princípio racional e razoável, sei também que não posso conciliá-las. Que outra verdade posso reconhecer sem mentir, sem fazer intervir uma esperança que não tenho e que nada significa nos limites da minha condição?" (Albert Camus).